A Gruta do Bacaetava foi descoberta no século XIX por Antonio Gasparin, um imigrante italiano. Após passar por várias doações, o terreno foi adquirido pelo município de Colombo, que criou o Parque Natural Municipal Gruta do Bacaetava para proteger a formação rochosa, inaugurado em 2000. O parque preserva esta caverna geológica de mais de 600 milhões de anos, que foi moldada pela ação do Rio Bacaetava e tem importância histórica e ambiental para a região. Descoberta:
Em meados do século XIX, o imigrante italiano Antonio Gasparin encontrou a gruta enquanto procurava um local para plantar. Doação:
Gasparin doou o terreno à Igreja Matriz de Colombo, que o passou para a Santa Casa de Misericórdia de Colombo, sob a condição de que o local fosse protegido. Aquisição:
A Santa Casa vendeu o terreno ao município, que se comprometeu a criar um parque ou área similar para a conservação. Criação do Parque:
Em maio de 2000, o Parque Natural Municipal Gruta do Bacaetava foi criado para proteger a caverna, seu patrimônio geológico e biológico.
Importância:
A gruta é uma importante formação geológica com cerca de 600 milhões de anos, moldada pela ação de um rio que ainda corre por seu interior. Objetivos:
O parque foi estabelecido com o objetivo de conservar a caverna, recuperar e proteger a vegetação nativa, e preservar a fauna e outros recursos naturais da área.
Para difundir suas imagens e a importância da proteção deste que é também um dos grandes patrimônios espeleológicos do Paraná dentro da Mata Atlântica.
A gruta foi formada pela ação do Rio Bacaetava, que ainda corre pelo seu interior no sentido leste-oeste, ao longo de 600 milhões de anos. Foi uma das primeiras cavernas a serem mapeadas no Paraná
A Gruta do Bacaetava. Localizada em Colombo, cerca de 30 minutos do centro de Curitiba, às margens da continuação da PR-417, conhecida como a da Rodovia da Uva; a gruta tem 600 milhões de anos e conta com visitação gratuita a visita deve ser agendada antes.
A caverna está dentro do Parque Natural Municipal Gruta do Bacaetava e também abriga uma área de preservação de fauna e flora, sendo lar de aranhas, aves, roedores, morcegos e outras espécies. O percurso passa por uma pequena trilha de 150 metros até chegar a entrada da caverna. Todo o percurso no interior da gruta tem cerca de 300 metros e o visitante pode contemplar a caverna formada por rocha calcária de 600 a 700 milhões de anos com suas belissimas estalactites e estalagmites entre outos espeleotemas que formam a galeria.
Estalactites são formações em rochas que surgem no teto.
Estalagmites são formações em rochas que crescem do chão.
Eventualmente elas podem se unir e formar colunas.
Nas estalactites e estalagmites, cada centímetro leva de 10 a 100 anos para se formar.
A formação ocorre naturalmente pela água da chuva que percorre fissuras da rocha calcária e se mistura com a matéria prima do interior da caverna e passa a gotejar. Depois, se formam pequenas “colunas”, que ao passar de milhares de anos, criam as estalactites e estalagmites.
